Refém

Posted: quinta-feira, 29 de dezembro de 2011 by Vinícius Soares in Marcadores: ,
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Todo esse tempo desde que te conheci, não há um só dia que não penso em você.
E agora que estou ao seu lado, me sinto angustiado
Quanto mais perto,pior vai ficando
A idéia de não estar com você faz com que eu não respire.
Estou obcecado pelo beijo que nunca deveria ter me dado
Meu coração está batendo, esperando que nossos beijos não virem uma cicatriz.
Você está em minh' alma, atormetando-me.
O que devo fazer?
Farei qualquer coisa que me pedir.
Se você está sofrendo, como eu, por favor me diga.
Só não me peça para ser racional, pois
Eu gostaria de poder ignorar meus sentimentos, mas não consigo.
Sabe... Não teria que ser desse jeito

....

[Piedade roubada dos meus pensamentos
que o tempo descobrirá como meu fantasma de ontem.
Não sei convencê-lo a ficar
enquanto mudo qualquer coisa... e erro.]



-Trechos do filme Star Wars

Uma porta para a fascinação?

Posted: segunda-feira, 26 de dezembro de 2011 by Vinícius Soares in Marcadores: ,
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Por Vinícius Soares

A cogitação é apenas uma falha do meu ser.
Retornar à sentimentos que um dia foram perdidos, parece-me um equívoco
Que não me trará a novos caminhos, tão pouco à novas idéias.
Mas me trará uma grade que me aprisionará em uma prisão de nostalgia,
Emoções e lembranças, mas isso vale a pena?
Não! Pois a busca incessante de novos caminhos vale mais.
Permitir-se buscar novos horizontes, em que uma luz pode nos aguardar para fazer com que
O brilho de nossas vidas nunca se apague, parece um bom começo.
E, será assim, o agora será meu (Re)começo.
É hora de eu ir. Adeus. É hora de fazer isso aqui funcionar.
Okay. Estou cansado de cantar musicas tristes.
Certo. É minha hora.
.
Uma porta para a fascinação?
Isso até que você veja o seu futuro

A fadiga chegou

Posted: by Vinícius Soares in Marcadores: ,
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Por Vinícius Soares

Eu posso tirar toda a água da chuva do teto dessa casa vazia, isso não me incomoda.
Eu posso tirar algumas lágrimas agora e então depois deixá-las rolar
Eu não tenho medo de chorar
E toda vez por um tempo mesmo pensando em que você se foi você ainda me chateia
E há dias
Agora mesmo e novamente eu finjo que estou bem, mas isso não é o que acontece comigo

O que machuca mais, era estar tão perto
E ter tanto pra dizer
E ver você partindo
Nunca sabendo, o que poderia ter sido
E não vendo que amar você
Era o que eu tentava fazer.

Continua difícil levantar, me vestir, viver com esse arrependimento
Mas eu sei, se eu pudesse fazer isto novamente
Eu negociaria, diria todas as palavras que eu guardei em meu coração que eu nunca disse.
É difícil de lidar com a dor de perder você em todo lugar que eu vou
Mas eu estou fazendo isso
É difícil forçar aquele sorriso quando eu vejo nossos velhos amigos e eu estou sozinha.



- E eu aqui morrendo de saudade de quem nem se quer lembra que eu existo. 

Just everything I need

Posted: domingo, 9 de outubro de 2011 by Vinícius Soares in Marcadores:
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“De repente sinto medo. Um medo antigo, o mesmo que sentia o menino escondido embaixo da escada, esperando castigos. Um medo e um frio que nascem de alguma zona escondida no cérebro, nas lembranças, nas coisas que o tempo escondeu ao avançar, como se recuando súbito pusesse a descoberto todos os cantos invisíveis, todas as teias de aranha recobrindo velhos muros, os mesmos que tantas vezes tentei escalar sem que houvesse nada depois, nenhum caminho, nenhuma casa. Nada."
Caio Fernando Abreu

De dentro do abrigo

Posted: by Vinícius Soares in Marcadores:
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     Nos mais estúpidos momentos em que me isolei da realidade estava a construir um mundo. Cercado por uma esfera frágil de vidro meu universo tomou forma. Como em uma festa de alto estilo, pessoas eram selecionadas para entrar em minha fantasia fútil. Comecei a idealizar cada detalhe e, por alguns lances de segundos, parecia tão real que era difícil diferenciar da realidade.

     Minha insanidade havia chegado a tal ponto que, mesmo fora do meu "abrigo de vidro", estava rejeitando pessoas simplesmente por não corresponderem às minhas expectativas de perfeição. Cada defeito em cada ser com o qual me relacionei assumia uma proporção exagerada, impedindo de me encantar com simples gestos.

    Ando me questionando até que ponto eu deveria tolerar tudo aquilo que foge aos meus princípios. Talvez eu precise de paciência para encontrar o que realmente ando procurando ou tolerância pra aceitar aquilo que me foi imposto. Ou talvez eu só precise estourar minha bolha protetora e me libertar de conceitos que me impedem de desfrutar das pequenas coisas que compõem meus dias bipolares.

     Se estou pronto para me desprender das minhas fantasias sem sentido, não sei. Afinal, quem sabe não seja isso que me mantém em constante evolução e em constante busca pelo equilíbrio emocional?
Texto por Shelter : http://abrigodevidro.blogspot.com/   

Um porta pra fascinação ?

Posted: domingo, 4 de setembro de 2011 by Vinícius Soares in Marcadores: , , , ,
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Era tarde de setembro.
No momento que eu vi, pensei.
A medida que meu grito sai vendo este céu azul, penso em você. O verão está chegando , então vamos para o mar. Pois um dia estaremos nostálgicos. Tudo que sonhei um dia, sinto que posso realizar. Sentindo a brisa, vinda da praia. As palavras se afogam no som do mar. Tudo que desejei um dia, está escrito na areia, mas nesse futuro não se pode confiar. Verdadeiras emoções refletem sobre minhas costas enquanto admiro o mar.E brilham do outro lado da minha camiseta como mágica.Sentado na costa de areia, observando bem o tempo. Sem compromisso, ouço o barulho das ondas e sou incapaz de prometer algo.
 
Desejando o melhor, mas esperando o pior.  ;*

[.]Rógean Vinícius, adaptado.

Walkin' in the rain

Posted: by Vinícius Soares in Marcadores: ,
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Por Vinícius Soares


A noite cai, ainda continua chovendo, do mesmo jeito que ontem.
Ao ser tocado pelo mínima gota, sinto um arrastar sobre minha pele,é ela, a água.
Que leva um pouco de minh'alma, aqueles pedaços que já estão em senescência.
Dar-se pra sentir, ela fluindo sobre os dedos, para nunca mais voltar.
Dispo a capa, e começo a me molhar.
A água que cai parece ter poder medicinal, deixando tudo mais leve.
Além de limpar, trata & lava as feridas que um dia  aquele ar quente das paixões
mal curadas produziram  e deixaram túnicas de tristezas acumulando-se sobre minha pele.
O peso já não era suportável. Agora, o movimento pode ser feito.
Já posso vestir a capa e voltar pra casa, enquanto atravesso a rua.
Ainda sentindo o suave cair. Olho pro céu, parece que vai logo o céu limpará.
Mas ainda não parou de chover.